As alianças de Ana Júlia

Pará – Por José Emílio Almeida (*)

Depois de comprar por mais de cem milhões de reais o apoio do prefeito de Belém, falsificador de diploma de médico, Duciomar Costa, e levar um baita susto nas urnas, quase perdendo as eleições no primeiro turno, Ana Júlia Carepa recorre agora – não se sabe por quanto – ao ex-governador Almir Gabriel, o pai de todas as atrocidades já ocorridas no Pará.
A relação política entre o ex-tucano Almir Gabriel e a candidata petista, representa muito mais do que uma simples jogada eleitoral. É a consagração de um novo PT. A partir destas eleições começa a existir um novo Partido dos Trabalhadores. Este sem a obrigação de ser coerente a sua própria história.
Pronto. Me sinto melhor assim. Agora eu posso me referir ao PT, como um partido que não existe mais. Acabou.
Aquele PT, no qual tive a alegria de militar, desde muito jovem, me filiando muitos anos depois, jamais faria qualquer acordo político com personagens como Almir Gabriel e Duciomar Costa.
Almir Gabriel, como todos sabem foi o responsável por atrocidades inesquecíveis, durante os seus dois mandatos de governador (1994-2002). Entre elas, a morte dos trabalhadores sem-terra e a privatização da Celpa.

José Emílio Almeida

Anivaldo, Ana Júlia e Almir Gabriel

Uma resposta para “As alianças de Ana Júlia”

  1. A grande verdade é que o PT não será um novo PT a partir desta eleição, mas a partir da eleição de Lula em 2002. O PT deixou de ser o mesmo quando ascendeu ao poder. Agora esse partido vive um nirvana, revelando tudo de podre que existe nos bastidores da política neoliberal. Estão brincando com o nosso dinheiro, estão tirando barato com o povo neste banquete em que do butim o povo não participa. Quem diria: Almir e Ana Júlia, Existe mais promiscuidade do que isso?

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