Campanha do presidente Lula denuncia censura e parcialidade do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em favor do candidato Flavio Bolsonaro. Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF
A Justiça Eleitoral existe para garantir que o povo brasileiro escolha seus representantes com liberdade e imparcialidade. Quando quem deveria arbitrar a disputa passa a interferir nela, silenciando milhões de eleitores às vésperas do segundo turno, a própria democracia é colocada em xeque.
Nota à imprensa:
Nesse domingo, 11 de outubro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a Meta tirasse do ar, em até três horas, o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones no WhatsApp. A decisão atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e vale até a homologação do resultado do segundo turno.
Isso tem nome: censura. Que viola um principio fundametal da Constituição Federal que é a liberdade de expressão. Ela cala um canal inteiro, e inibe a mobilização espontânea de mais de 3,4 milhões de brasileiros, que ingressaram por vontade própria. Kassio Nunes ainda usurpou a competência do corregedor do TSE para julgar essas ações. Além disso, ele também utiliza do processo administrativo para impedir a participação dos demais Ministros com um julgamento no plenário do Tribunal.
A quem interessa mais esse ato de censura? A quem interessa calar a mobilização espontânea das redes justamente agora?
Diante desses fatos, a campanha do presidente Lula recorrerá da decisão e espera que a Justiça brasileira revogue a censura ao canal, respeite a liberdade de expressão do eleitor, não interfira no processo eleitoral e cumpra seu papel institucional com imparcialidade.
Nenhuma decisão vai calar o povo brasileiro. Cada eleitor e cada eleitora será um canal de comunicação, mobilizando todas as páginas, perfis e grupos para reeleger o presidente Lula. Estamos ainda mais fortes, nas ruas e nas redes, e no dia 25 de outubro vamos mostrar nas urnas que o Brasil vai voltar a vencer.
Não vamos nos intimidar. Sigam mobilizados. A mobilização do povo brasileiro está cada vez maior, e ninguém vai conseguir pará-la.








