Radialista com longa ficha corrida será processado por calúnia e difamação pelo Prefeito de Belém

O Prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, publicou na manhã desta sexta-feira, 24 de setembro, uma nota em suas redes sociais afirmando que irá processar o radialista Nonato Pereira por calúnia e difamação. Em seu programa matinal, o radialista condenado afirmou que o Prefeito “teria comprado uma Mercedes” para sua companheira.

Nonato Pereira já velho conhecido da Justiça. Em 2018, foi acusado por fraudes em licitações de diversas Prefeituras do Pará em valores que chegam a R$6 milhões a cumprir a pena de 10 meses e 20 dias de detenção por calúnia e mais 2 meses e 20 dias de detenção pelo crime de injúria, mais o pagamento de multa. Em 2016, foi novamente condenado por difamação, calúnia e injúria, e mais recentemente, denunciado por racismo contra os povos indígenas, que tramita na Justiça Federal.

Leia a nota do Prefeito Edmilson Rodrigues:

O Prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, soube com indignação, na manhã desta sexta-feira, 24 de setembro, sobre mentiras envolvendo sua vida pessoal e a possível “compra de uma Mercedes”, proferidas por um radialista condenado por diversos crimes, inclusive fraude em licitações no valor de quase R$6 milhões. O comentário realizado em uma rádio da capital é absolutamente mentiroso. O Prefeito já acionou seus advogados para que a verdade seja reposta, e que o responsável responda por calúnia e difamação.
Equipe do Prefeito Edmilson Rodrigues.

MAIS PROCESSOS contra radialista, segundo a Justiça do Estado do Pará (informações de maio de 2017)

  • Crime de calúnia, injúria e difamação da competência praticada contra Carlos Marx Tonini. Processo corre na 11ª Vara Criminal de Belém
  • Crime de calúnia contra John Wayne Holanda Parente, vereador de Belém. Caso está na 5ª Vara Criminal de Belém
  • Crime de calúnia, difamação e injúria praticadas contra Cristina Maria Colares. Condenado em primeira instância e teve sua pena convertida em serviços comunitários. 
  • E teve seu nome lançado no rol dos culpados pelo juiz Flávio Sánches Leão

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