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O Ministério Público Eleitoral ajuizou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PA) pedidos de suspensão de diretórios partidários no Pará por falta de prestação de contas de anos anteriores. Sem a regularização das prestações de contas, os diretórios condenados não poderão registrar candidatas ou candidatos e ficarão de fora das eleições futuramente.
O procurador regional eleitoral, Alan Mansur, ajuizou duas ações contra o diretório do partido Agir e uma ação contra cada um dos diretórios estaduais dos seguintes partidos: Patriota, PCB, PL, Podemos, Pros, PRTB e PSL. Os pedidos têm como base a Resolução TSE 23.662/202, que definiu o processo de suspensão dos diretórios estaduais, após decisão por não prestação de contas de exercício financeiro ou de campanha eleitoral.
Igor Normando
É o caso do diretório regional do Podemos no Pará, que já esta suspenso por falta de prestação de contas no período em que Igor Normando foi presidente. Normando assumiu a presidência da legenda no final de 2019, e foi ordenador de despesa de parte das contas do ano julgado. Em 2020, foi o responsável pelas contas partidária em sua integralidade.
As prestações de contas de 2019 apresentadas por Igor foram tão ruins que a Justiça Eleitoral julgou como se não houvessem sido prestadas. Isso gerou a decisão de suspensão do diretório estadual em uma ação de 2023. Agora, o MPF fez o mesmo pedido pela mesma razão, referentes as contas de 2020. Em março deste ano, ele abandonou a legenda e filiou-se ao MDB.
Há quem questione como alguém quer ser candidato para gerir uma cidade, se não conseguiu nem prestar contas de seu próprio partido.








