Secretário de educação do Pará, Ricardo Sefer – Foto: Ascom/PGE

NR: De repente, voltamos aos anos 1950. Notas com esse grau de acidez e nenhum decoro jornalístico eram típicas da guerra declarada entre baratistas e seus inimigos jurados da UDN. Valia tudo, até despejar um balde de merda no dono da Folha do Norte, o virulento Paulo Maranhão.

O que poucos se perguntam é sobre o que motiva o repentino ódio contra o secretário de educação, Ricardo Sefer, cujos laços de família com seu tio, Luís Sefer não seriam suficientes para justificar a carga de ódio que a nota expressa.

Qualquer observador da cena paraense sabe que o poder de influência do ex-procurador do Estado sempre foi derivado de seus elos de confiança com o governador Helder Barbalho. Se ele se tornou uma espécie de “Vorcaro do Pará”, como afirma a principal coluna de O Liberal, é impossível contornar a eventual responsabilidade de seu chefe.

Mas isso, por razões óbvias, o colunista tergiversa e vai andando de lado, talvez para evitar o confronto direto com quem efetivamente manda e desmanda nessa eterna paróquia.

Nota Repórter 70, 08 de julho 2026:

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