Foto: Joyce Ferreira. Prefeito Edmilson na assinatura dos contratos do Viver Outeiro, em dezembro de 2024.

“O acesso à moradia digna foi um dos pilares do nosso trabalho à frente da Prefeitura de Belém. O Residencial Viver Outeiro foi um dos empreendimentos que estavam paralisados e tiveram as obras retomadas graças à minha intervenção, como prefeito, junto à Caixa Econômica Federal, pelo programa Minha Casa, Minha Vida”, inicia Edmilson Rodrigues, em post realizado nas redes sociais, na véspera da inauguração desse residencial.

Ele destacou que o Viver Outeiro teve as obras iniciadas em 2014, que ficaram paradas por anos, até serem retomadas em janeiro de 2023. As obras foram concluídas no final do ano passado, deixando 1.008 unidades habitacionais prontas, todas equipadas com sala, copa-cozinha, dois quartos, banheiro, além de estacionamento e área de convivência externa.

“Os contratos foram assinados entre as pessoas beneficiadas e a Caixa ainda em dezembro de 2024, novamente, com o apoio da Prefeitura que viabilizou toda a infraestrutura necessária”, recordou.

“Cada etapa emocionou bastante a mim e às famílias beneficiadas, que, juntos, buscamos essa realização. A entrega das chaves dos apartamentos acontece nesta quinta-feira, 13, com a presença do presidente Lula. A minha alegria estará com cada um e cada uma nesse momento vitorioso!”, concluiu.

Balanço

A conclusão de empreendimentos habitacionais que estavam com obras paralisadas foi uma das prioridades da gestão de Edmilson Rodrigues.

“Conseguimos que o governo federal retomasse empreendimentos paralisados em Belém que somam R$ 190 milhões em investimentos, em Belém. Entregamos mais de 1.100 unidades no Viver Maracacuera I e II, Portal Amazônia e Vila da Barca. Também conseguimos, junto ao governo federal, que fossem retomadas as obras do Viver Mosqueiro, que está prestes a ser entregue, com 1.000 unidades. Ainda, conseguimos articular a retomada das obras dos residenciais Viver Pratinha, Viver Val-de-Cans e Neuton Miranda, esses, ainda em fase de licitação, para a construção do total de 1.078 unidades habitacionais”.

A politica habitacional objetivou atender famílias de baixa renda, especialmente aquelas chefiadas por mulheres ou em situação de rua, assim como aquelas em situação de auxílio-aluguel por motivo de remanejamento.

Em paralelo, a política habitacional do município foi fortalecida com a garantia de participação dos movimentos sociais no Conselho Municipal de Habitação de Interesse Social. Além disso, a Prefeitura facilitou o acesso da população com a criação de um sistema de cadastro que funciona pela internet.

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