Servidores protestaram, nesta segunda (12) contra o “pacote de maldades” de Igor Normando. Foto: CSP Conlutas – PA
O sindicato dos servidores municipais da saúde (Sindsaúde) convocou uma assembleia geral para o próximo dia 16 de janeiro, em sua sede (rua Santa Lúcia, 02, São Brás), às 17h, com duas pautas centrais: os impactos das mudanças estatutárias aprovadas pela Câmara Municipal e a avaliação de um indicativo de paralisação geral dos trabalhadores da saúde em Belém.
Em dezembro, tanto os servidores da educação quanto da Funpapa já deliberaram, em assembleia, pela entrada em greve, em reação ao conjunto de projetos enviados por Igor Normando (MDB) e aprovados em pela Câmara Municipal de Belém à toque de caixa.
Embora uma decisão judicial liminar tenha suspendido os efeitos dos projetos aprovados no fim do ano, a mobilização precisa ser mantida, já que a Prefeitura de Belém deve recorrer à Justiça para tentar derrubar a decisão.
Para os trabalhadores, a assembleia do dia 16 será decisiva para avaliar o retrocesso das alterações no regime estatutário, discutir a defesa de direitos históricos da categoria e alinhar uma resposta coletiva ao desmonte do serviço público, que vem sendo promovido pela atual gestão municipal, seja através do ataque às carreiras seja através do desvio de recursos públicos à iniciativa privada, como apontou o Ministério Público Federal do Pará.









