Imagem: Divulgação Sintepp
Trabalhadores da educação pública estadual do Pará realizam, no próximo 11 de março, um ato em Belém, o Dia D da Campanha Salarial 2026, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação Pública do Pará (Sintepp). A concentração está marcada para 9h, em frente à Casa Civil, na avenida Dr. Freitas.
A categoria cobra do governo Helder Barbalho (MDB) a reposição salarial e o atendimento de uma série de reivindicações acumuladas nos últimos anos. Segundo o sindicato, funcionários de escola não recebem reajuste do salário-base, que deveria corresponder ao ao salário mínimo, desde 2023, enquanto professores acumulam perdas salariais desde 2025.
De acordo com o Sintepp, as perdas acumuladas chegam a mais de 13% para trabalhadores de apoio e cerca de 12% para o magistério.
A mobilização ocorre sob o lema “Para valorizar basta reajustar”, e pretende pressionar o governo do Estado a apresentar uma posição sobre o reajuste salarial e outros pontos da pauta da educação.
Entre as principais reivindicações da categoria estão:
- Contra o calote do piso;
- Por reajuste geral;
- Pela garantia da GDAE;
- Pela progressão funcional;
- Pelo fim do assédio moral;
- Por concurso público;
- Contra a privatização das escolas;
- Pelo fim do CEMEP;
- Por lotação digna.
Os trabalhadores denunciam o descumprimento do piso salarial nacional da educação e criticam a demora do governo estadual em apresentar propostas de valorização da categoria.
A mobilização do dia 11 deve reunir trabalhadores da região metropolitana de Belém, enquanto subsedes e regionais do sindicato no interior do estado organizam atividades locais no mesmo dia.
Segundo o Sintepp, a intenção é ampliar a pressão sobre o governo estadual para que as negociações avancem e resultem em reposição salarial e valorização profissional para os trabalhadores da educação pública do Pará.








