Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) mostra um cenário de empate técnico na disputa pelo Governo do Pará. O levantamento ouviu 900 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PA-04548/2026.
No levantamento espontâneo, quando os nomes dos possíveis candidatos não são apresentados, 80% dos entrevistados disseram ainda não saber em quem votar.
Cenários de primeiro turno
A Quaest testou dois cenários para o primeiro turno. No primeiro, Hana Ghassan (MDB) aparece com 24% das intenções de voto, seguida por Daniel Santos (Podemos), com 20%. Eles estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. Mário Couto (Democratas) registra 11%. Araceli Lemos (PSOL), Cleber Rabelo (PSTU) e Raquel Brício (UP) aparecem com 2% cada.
Os eleitores indecisos somam 26%, enquanto 13% afirmam que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam às urnas.
No segundo cenário, sem a presença de Mário Couto, Hana Ghassan tem 25% e Daniel Santos, 23%, mantendo o empate técnico. Cleber Rabelo aparece com 5%, Araceli Lemos com 4% e Raquel Brício com 2%. Os indecisos representam 27%, e 14% dizem que votariam em branco, anulariam o voto ou não iriam votar.
Segundo turno
Em uma eventual disputa de segundo turno entre Hana Ghassan e Daniel Santos, o cenário também é de empate técnico. A candidata do MDB aparece com 36%, enquanto o nome do Podemos registra 35%.
Nesse cenário, 18% dos entrevistados estão indecisos, e 11% afirmam que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam.
A pesquisa também indica que a disputa permanece aberta. Para 68% dos eleitores, a escolha para o Governo do Pará ainda pode mudar. Outros 30% afirmam que a decisão já é definitiva.
Questionados sobre a avaliação dos rumos do governo estadual, 36% disseram defender uma mudança total. Outros 34% querem que sejam alterados apenas os aspectos que não estão funcionando bem, enquanto 26% preferem a continuidade do trabalho realizado atualmente.













