Foto Reprodução: Facebook

Segundo informações que circulam nos noticiários, o União Brasil, fusão do Democratas (antigo PFL) com o PSL, partido que abriga parte do extremismo de direita no país, de bolsonaristas e antipetistas, deverá acolher a filiação da jornalista Úrsula Vidal, atual Secretária de Cultura do Estado do Pará, em suas fileiras.

Esta será a sua sétima mudança partidária, desde que entrou para política, mesmo sem nunca ter sido eleita aos cargos que concorreu. Já passou por PPS (2013-2015), REDE (2015-2018), PSOL (2018), PODEMOS (2020-2021), REDE (2021-2022), MDB (2022-2024) e agora, UNIÃO BRASIL (2024).

O papel reservado à Ursula, mudando para um partido de direita às vésperas da eleição, teria sido acertado na família do governador Helder Barbalho (MDB). Enquanto isso, os partidos progressistas, como o PT, Psol, PCdoB, PV, PDT e Rede, seguem todos alinhados com o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, candidato à reeleição.

Onde ela se meteu. O União Brasil, conhecido pela defesa de pautas conservadoras e antiambientais, foi um dos partidos, junto com o PL do inelegível Bolsonaro, que orientou o voto no Congresso Nacional pela soltura do deputado miliciano, Chiquinho Brazão, preso sob a acusação de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) em 2018 e atuar para atrapalhar as investigações.

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