As mais de 100 unidades de educação que recebem obras e ampliações – das quais, 76 já foram entregues – ajudaram a ampliar o número de vagas na educação municipal de Belém. Foram investidos mais de R$ 2,5 bilhões na rede municipal de Educação em 73 escolas novinhas e equipadas, mais o Centro de Referência em Inclusão Educacional (Crie); o Palacete Pinho; e o Espaço Esportivo e Cultural Cabano Maestro Altino Pimenta.
“Nós temos inúmeros motivos para celebrar os avanços na educação municipal de Belém. Os desafios ainda são muitos, mas não podemos negar o quanto caminhamos para consolidar uma educação de qualidade, inclusiva, emancipadora”, destaca a secretária municipal de Educação, Araceli Lemos.
Na educação infantil, com 19 escolas recuperadas, a Prefeitura ampliou o número de vagas ofertadas nas creches que atendem crianças de 0 a 3 anos de 6.343 vagas em 2022, para 6.609 até junho de 2024.
Também houve investimentos para implantar 87 salas de recursos multifuncionais, operando com professores especializados e com o auxílio de estagiários, para fortalecer as ações de inclusão de estudantes com deficiência e garantir a qualidade de acesso e permanência, transformando as escolas e creches em espaços inclusivos.
O número de estudantes com deficiência aumentou significativamente na rede municipal de Belém, que hoje atende 3.301 estudantes com alguma deficiência, dos quais 1.980 com TEA. Esse público tem matrícula prioritária na rede municipal de ensino.
A ampliação de vagas também ocorreu nas escolas de tempo integral. Das 22.503 crianças matriculadas na Educação Infantil, 7.771 estão em turmas de tempo integral, das quais 4.826 na modalidade creche e 2.945 na modalidade pré-escola de 4 e 5 anos.
Também foi ampliado o atendimento aos estudantes indígenas, imigrantes e refugiados matriculados em 35 escolas. Em 2022 eram atendidos 227 estudantes; em 2024 o atendimento passou para 253. São 19 indígenas brasileiros das etnias Hixicaryana, Guajajara, Tikuna, Galibi-Marworno, Amanayê. E mais: 204 estudantes Warao, 26 venezuelanos não indígenas, 7 do Suriname, 6 de Cuba, 2 de Portugal, 2 da Colômbia, 2 do Peru, um da Nigéria, um de Angola e mais um da Guiana Francesa.







