O presidente do PV no Pará e diretor executivo da Fundação Verde, José Carlos Lima, colocou os “pingos nos ís” sobre os reais motivos que teriam levado o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a decidir pelo embargo da compra dos ônibus elétricos para Belém.
Frota pública reguladora, candidatos com parentes no Tribunal, e interesses políticos e empresariais, seriam alguns motivos levantados pelo presidente do PV, em vídeo publicado em suas redes.
“O que o prefeito Edmilson está enfrentando não é uma eleição normal, é uma guerra contra a cidade de Belém, é uma guerra contra o povo de Belém. Os empresários e políticos juntos tentam de todas as formas adiar a resolução dos problemas graves da cidade. Foi assim na questão do lixo, é assim na questão do transporte publico”, afirma Lima.
“A conselheira Ann Pontes, ligada ao MDB, escolhida pelo governador, esposa do Parsifal Pontes, homem de confiança do senador Jader Barbalho (MDB), deu uma cautelar impedindo a circulação dos ônibus que foram comprados, e proibindo a compra de novos ônibus, e o plenário do tribunal confirmou, após a deputada do Lívia Duarte (Psol-PA) ter ido ao Ministério Público denunciar a suposta parcialidade da conselheira”, explica ele.
Para Lima, o TCM deveria abster, neste momento específico, em que existe uma eleição acontecendo, e que pelo menos dois candidatos, Igor normando (MDB) e Tiago Araújo (Republicanos), têm parentes como conselheiros do Tribunal, para não prejudicar o processo eleitoral e nem a cidade de Belém.
Saiba o que está por trás disso, veja o vídeo:








