Prefeito Edmilson Rodrigues junto a beneficiárias do Bora Belém. Foto: Internet
O IBGE divulgou na quarta-feira, 4 de dezembro, como parte da divulgação da Síntese de Indicadores Sociais 2024, uma nova análise das condições de vida dos brasileiros em 2023 segundo estratos geográficos. Uma das questões presentes no relatório diz respeito à pobreza no Brasil, Estados e capitais.
No Brasil, 27,4% da população tinha rendimento domiciliar per capita abaixo de US$ 6,85 por dia, o equivalente a R$649,00 mensais, valor definido pelo Banco Mundial para a linha de pobreza de países com renda média-alta. É a menor proporção registrada desde 2012, quando o IBGE começou a fazer esse levantamento. Numericamente, a população na faixa da pobreza recuou de 67,7 milhões para 59 milhões.
Em Belém, a proporção de pessoas na linha da pobreza foi de 21,2% em 2023, também o menor nível desde 2012. Comparado com o ano de 2021, numericamente, esse número caiu de 608 mil para 322 mil pessoas, uma redução de 47%. Comparado com o ano 2020, numericamente essa redução foi de 34%. Segundo o estudo, os programas sociais de transferência de renda estão diretamente conectados com os resultados.
Na gestão do prefeito Edmilson, foi criado em 2021 assim que tomou posse, o programa de renda básica Bora Belém, que contempla hoje cerca de 18 mil famílias, pago hoje exclusivamente com recursos da Prefeitura de Belém; também houve ampliação das famílias no Bolsa Família, através de busca ativa, chegando a cerca de 200 mil famílias contempladas. Uma esforço conjunto da Prefeitura de Belém e do governo Lula no combate à pobreza e à fome.

A taxa de desemprego em Belém também é a menor na história dos levantamentos, assim como no resto do Brasil, correspondendo a 9,8% da população, incidindo mais sobre as mulheres que os homens, e mais sobre os negros ou pardos do que as pessoas brancas. Em 2020, eram 12,9% da população desempregada. De modo geral, também houve um incremento na renda e no número de pessoas em trabalhos formais nos últimos três anos.
Pará lidera o ranking da fome
Na contramão dos indicadores do Brasil e de Belém, o estado do Pará, no governo de Helder Barbalho, lidera entre todos os estados do Brasil o número de famílias passando fome, a chamada “insegurança alimentar”, com 20,3% de sua população em situação moderada ou grave, o equivalente a aproximadamente 1 milhão e 786 mil pessoas. Também possui o maior número de domicílios em insegurança alimentar grave no país, com 9,5%. Os dados são do módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgado também pelo IBGE.
Desde de abril, quando esses números foram divulgados, nenhuma ação foi tomada pelo governo estadual para reverter esse quadro, que, ao contrário do governo federal e da Prefeitura de Belém, não possui nenhuma política pública de transferência de renda, e vem falhando em garantir os compromissos na execução de políticas de soberania e segurança alimentar e nutricional no Pará.









Infelizmente para 2025 vamos está lascado infelizmente o povo e burro faz o L e aínda foram vota no fantoche de Helder que não sabe nem fala em público o povo tá fumando pra não colocar outra palavra