Marinor Brito, líder no PSOL na CMB – Foto: reprodução

A proposta de realização de uma sessão especial na Câmara Municipal de Belém para discutir os impactos da reforma administrativa do prefeito Igor Normando (MDB) sobre os servidores municipais foi rejeitada pela base governista nesta segunda-feira (4).

Segundo a vereadora Marinor Brito (PSOL), autora da solicitação, a reforma já resultou na extinção e fusão de órgãos, como a Fundação Centro de Referência em Educação Ambiental Escola Bosque (Funbosque) e a Fundação Cultural do Município de Belém (Funbel), além do aumento da alíquota de contribuição previdenciária dos servidores.

A parlamentar também criticou o anúncio de um suposto reajuste salarial para a categoria. De acordo com ela, a medida se trata, na prática, da incorporação de gratificações, sem acréscimo real nos vencimentos.

Marinor apontou ainda que, enquanto os servidores enfrentam perdas, os salários do prefeito e dos vereadores foram aumentados . Além disso, os salários dos cargos comissionados, os famosos DAS, também sofreram aumento quando o prefeito incorporou aos vencimentos o adicional de dedicação exclusiva, sem que haja a necessidade desse compromisso. Na mesma medida, criou 60 novos cargos com salários de quase 16 mil reais

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  1. Isso nem poder ser chamado de reforma administrativa. Está mais para deforma administrativa. Os servidores de Belém estão há mais de uma década sem aumento real, acumulando perdas atrás de perdas, trabalhando em condições mínimas e muitas vezes até insalubres, sem falar na sobrecarga de trabalho por falta de Rh. Criando um cenário de desesperança e adoecimento físico e mental. E para fechar o caixão o atual prefeito inicia o governo aumentando o próprio salário e reduzindo o salário dos servidores com aumento no desconto da previdência. Não satisfeito, querendo mais dinheiro, resolveu acabar de vez com o pouco que resta no contracheque dos servidores, as gratificações, incluindo a escolaridade…. Onde vamos parar?

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