Foto: Divulgação/Agência Pará
Profissionais de enfermagem da rede pública e filantrópica do Pará estão há dois meses sem receber o complemento do piso salarial da categoria. O atraso, que atinge salários de dezembro de 2025 e janeiro de 2026, levou o sindicato da categoria a cobrar uma solução imediata do governador Helder Barbalho e do secretário estadual de Saúde.
O Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Estado do Pará (SATE-PA) denuncia o atraso no pagamento do complemento do piso salarial da categoria para centenas de profissionais vinculados à rede pública estadual e hospitais filantrópicos. Os salários referentes aos meses de dezembro de 2025 e janeiro de 2026 encontram-se pendentes.
A situação atinge servidores públicos estaduais, especialmente os lotados na Secretaria de Estado de Saúde (SESPA), Hospital Ophir Loyola, Santa Casa de Misericórdia do Pará e Hospital de Clínicas Gaspar Viana. Além disso, profissionais que atuam na rede filantrópica vinculada à SESPA também foram afetados pelo não repasse da verba complementar.
A lista de unidades com pagamentos em atraso inclui ainda hospitais regionais e de referência, como o Hospital Regional de Itaituba, o Hospital Regional Abelardo Santos (Icoaraci), o Hospital Oncológico Infantil e o Hospital Metropolitano de Belém.
Por meio de nota em suas redes sociais, o sindicato cobra do governador do Pará e do secretário estadual de Saúde o cumprimento de “atribuições legais” e a adoção de medidas para o “pagamento imediato” dos profissionais. A categoria, destaca a entidade, “desempenha papel essencial na assistência à saúde da população paraense”.
A entidade reforça que a luta da enfermagem é por “valorização, respeito e dignidade”, apontados como “princípios indispensáveis ao exercício profissional e à consolidação de um sistema público de saúde justo e eficiente”.








