Belém está fora da zona de alerta e entre as capitais do país com menor taxa de ocupação de leitos, aponta Fiocruz

Cinco capitais estão fora da zona de alerta: Rio Branco (48%), Belém (52%), Macapá (58%), João Pessoa (58%) e Cuiabá (51%).

Dados divulgados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), nesta quarta-feira (30), mostram tendência de melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) do país. O boletim extraordinário produzido pela Fiocruz – Observatório Covid 19 – mostra que do dia 21 ao dia 28 de junho, Belém, a capital do Pará, registra a terceira menor taxa entre as capitais do país.

Cinco capitais estão fora da zona de alerta: Rio Branco (48%), Belém (52%), Macapá (58%), João Pessoa (58%) e Cuiabá (51%).

Treze capitais estão na zona de alerta intermediário, com taxas iguais ou superiores a 60% e inferiores a 80%: Porto Velho (65%), Manaus (63%), Teresina (sem informação direta; número estimado em torno de 73%), Fortaleza (75%), Natal (68%), Recife (69%), Maceió (73%), Salvador (70%), Belo Horizonte (68%), Vitória (63%), São Paulo (70%), Florianópolis (70%) e Porto Alegre (69%).

Cinco capitais estão com taxas de ocupação de leitos de UTI iguais ou superiores a 90%: Palmas (91%), Aracaju (90%), Curitiba (95%), Campo Grande (91%) e Goiânia (92%). Quatro capitais estão com taxas superiores a 80% e inferiores a 90%: Boa Vista (87%), São Luís (88%), Rio de Janeiro (89%) e Brasília (81%).

Segundo o estudo, a vacinação começa a dar sinais de resultados positivos de forma mais sensível com a ampliação da cobertura de grupos etários de menos de 60 anos. O estudo verificou também que a situação dos leitos de UTI – que atingiu o nível máximo de sobrecarga e colapso em meados de março de 2021 – parece ir se consolidando em patamares melhores, ainda que em cenário de predominância de algum alerta, requerendo cuidados para evitar nova piora.

Dados da prefeitura apontam que Belém aplicou até o momento 831.130 doses de vacinas contra a covid-19, sendo a primeira dose para 588.370 pessoas, o equivalente a 39,2% da população, e a segunda dose para 242.850 pessoas, 16,2%.

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