A Justiça Federal ordenou o afastamento de Everaldo Eguchi de suas funções como delegado federal, com manifestação favorável do Ministério Público Federal. A decisão foi tomada após a deflagração da “Operação Mapinguari”, da Polícia Federal, nesta quarta-feira, 14 de julho. A operação fez buscas e apreensões em quatro cidades paraenses em uma investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da própria corporação, que teve Eguchi como um dos alvos.
Na manifestação, o MPF considera graves os fatos relatados pela PF, que “indicam que o investigado tem se valido de sua função na Polícia Federal para alcançar fins ilícitos e ilegítimos, havendo ele se apropriado, de maneira pouco republicana, do aparelho estatal para privilegiar interesses próprios”. Para o MPF, o afastamento do delegado era necessário até para evitar que ele tente interferir nas investigações.
A operação Mapinguari, investiga, além do delegado, seis empresários suspeitos de envolvimento com a exploração ilegal do minério manganês. Eles teriam sido avisados, com antecedência, sobre uma operação ocorrida em 2018 que investigava a exploração ilegal de manganês na região de Marabá.
Com o vazamento das informações, a PF não conseguiu cumprir, na época, mandados de prisão preventiva contra os suspeitos. A suspeita é que o delegado teria vazado as informações aos alvos em troca de financiamento para a campanha eleitoral. Em 2018 Eguchi foi candidato à deputado federal e em 2020, candidato à prefeito de Belém.
Ponto de Pauta com informações do MPF









Pau que bate em chico…bate em francisco…queria ser prefeito de Belém pregando uma honestidade baseada em Bolsonaro…cadeia é pouco