Os esforços seguem na prevenção e mitigação, mas quando as chuvas vêm acima do normal, os alagamentos continuam ocorrendo. População precisa contribuir na destinação correta do lixo.

O período do inverno amazônico traz à tona um problema histórico na cidade de Belém que são os pontos de alagamentos constantes, o que tem sido uma das causas da falta de gestão pública dos últimos 16 anos na capital paraense.

Neste sentido, a atual gestão do prefeito Edmilson Rodrigues elabora um plano para evitar esses alagamentos. A princípio serão realizadas obras de macrodrenagem nas seguintes áreas: da avenida Bernardo Sayão com a avenida José Bonifácio; rua dos Mundurucus com a avenida Alcindo Cacela, outro ponto histórico de alagamento; e da Pariquis para eliminar o ponto crítico da esquina da Dr. Moraes.

A secretária municipal de Saneamento, Ivanise Gasparim, diz que os trabalhos precisam ser feitos a exemplo da Bacia da Estrada Nova, que a prefeitura já está retornando no bairro do Jurunas.

“Essas obras de macrodrenagem é que vão realmente enfrentar esses problemas de alagamento. Mas se pode citar por exemplo, as passagens Camapu e a Helena Dias, no bairro do Jurunas, que estavam totalmente alagadas. Eram pontos críticos que os moradores reclamavam muito e que não estão mais alagando”, exemplificou a titular da Sesan. 

Outros lugares citados por Ivanise Gasparim foram a Bacia do Marco, na área da travessa Vileta, na baixada do Marco, que também não está mais alagando. Na área da travessa Pariquis com a rua Dr. Moraes, o problema foi reduzido. “Todas essas áreas que a Sesan tem feito limpeza permanente não têm mais ido para o fundo porque todos esses transtornos foram amenizados com as limpezas e dragagens dos canais”, afirmou a secretária.

A titular da Sesan informou que foram investidos, em 2021, mais de R$ 20 milhões de reais para fazer a dragagem dos 65 canais de Belém, que há muitos anos não eram feitos, a partir de em convênio com o governo estadual. O projeto reiniciou em novembro do ano passado e continua durante o inverno amazônico. 

Ivanise Gasparim comenta que a meta da prefeitura é fazer investimento para diminuir o impacto do alagamento em áreas alagadas, como por exemplo, a Doca do Ver-o-peso, de onde foram retiradas 10 mil toneladas de lixo, acumulada há cem anos. “Só no Centro de Belém eram mais de 30 áreas críticas de alagamento no início da gestão e depois dessas limpezas, muitas dessas áreas não estão alagando mais ou alagam muito menos”, afirmou.

Por O Liberal.com (Imagem Rede Pará)

1 COMMENT

  1. Nao vao resolver aquele alamento naquela áreas fenando guilhon, caripunas, generalisso,timiras e pariquis pq o problema não é so lixo nos canais, ali tem maré que retorna pelo canais.

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