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Uma das obrigações estabelecidas no contrato do novo sistema de limpeza urbana, firmado entre Prefeitura de Belém e o Consórcio Ciclus Amazônia, é a construção de um novo centro de tratamento de resíduos com capacidade para mais de 2.500 toneladas diárias de lixo urbano, com possibilidade de ampliação para até 4.000 toneladas por dia, caso o consórcio venha eventualmente a atender outras cidades da região metropolitana de Belém.
O novo centro é o lugar onde todos os tipos de resíduos encontram uma destinação final ambientalmente adequada com metodologia e tecnologia específicas, e vai possibilitar o encerramento das atividades do aterro em Marituba até fevereiro de 2025. O contrato também estabelece o encerramento definitivo e a recuperação ambiental do aterro sanitário do Aurá.
Segundo informação de um servidor, que prefere não se identificar, oito pedidos da Ciclus para instalação de um novo centro, que poderia ser instalado em Acará ou Bujaru, foram negados pelo governo do Pará, através da Secretaria de Meio Ambiente. A orientação é cobrar os mínimos detalhes, para justificar as negativas. Pelo menos, até que a nova gestão municipal assuma.
O prefeito eleito, Igor Normando, primo e do mesmo partido do governador (MDB), vem dando declarações contraditórias: ora sugere que o contrato não está sendo cumprido, ora admite saber que o Consórcio já vem tentando licença para um novo aterro, inclusive citando os possíveis locais, como em entrevista publicada no jornal da família, no último sábado (14): “Isso está previsto em contrato e o consórcio já entrou com pedido de autorização junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade para ativação do novo aterro num desses dois locais.” Na verdade, entrou oito vezes.
Como se vê, apesar dos esforços da atual gestão do prefeito Edmilson Rodrigues, as melhorias necessárias para fazer Belém avançar esbarram, sempre, em interesses duvidosos.
População reconhece melhora na gestão da limpeza de Belém
Uma pesquisa feita pela AtlasIntel com moradores de Belém, no mês de novembro deste ano, revelou que a maioria da população percebe os avanços do novo sistema de limpeza, implantado pelo prefeito Edmilson Rodrigues e operado pela Ciclus. (Leia aqui) Hoje a Ciclus é responsável por todos os serviços de limpeza urbana – o que antes era realizado por várias empresas, sem uma política integrada e com contratos precários: coleta e tratamento de lixo, varrição de ruas, implantação de ecopontos, encerramento e recuperação da área do Aurá e implantação de novo aterro sanitário bioenergético (centro de tratamento de resíduos).









ESSE BONECO DE MARIONETE, NÃO POSSUÍ A MÍNIMA CONDIÇÃO DE COMANDAR(😂) A PMB.