Vice-Governadora Hanna, Governador Helder, Rossieli Soares, Secretário de Educação do Pará – Foto: reprodução
O projeto de desestruturação da carreira do magistério do Pará, aprovado às pressas pela Assembleia Legislativa (ALEPA), e sancionado em tempo recorde pelo governador Helder Barbalho (MDB), teria levado ao menos seis meses para ser elaborado, em absoluto segredo, de acordo com análises do setor jurídico do sindicato da categoria, o Sintepp.
“68 artigos, com seus inúmeros parágrafos, incisos e alíneas; mais oito anexos. É provável que somente os paulistanos sabiam dessa missão, além do Governador. Talvez nem a PGE, subestimada pelo chefe da Seduc”, destaca a publicação, se referindo aos membros da Secretaria oriundos de São Paulo, como o próprio Secretário Rossieli, que morou grande parte da vida no estado do Sudeste.
Ainda, segundo a análise, “o Projeto pronto, precisava do tempo certo para ser encaminhado à Alepa: o final do ano letivo, que, em tese, não haveria reação dos servidores do magistério. E da cumplicidade do presidente dessa Casa para aprová-lo o mais rápido possível, sem alarde.”
Em três dias, o PL foi discutido e aprovado em diversas comissões e, em seguida, no plenário. Tão rápido quanto as balas, de festim ou não, disparadas contra professores na frente da suposta casa do povo.
Com informações do Sintepp Jurídico









É o governador Viajando Barbalho, garoto propaganda da Lide do João Dória, esfaqueando pelas costas o servidor da educação.