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Uma postagem do governo do Pará nas redes sociais, anunciando volta às aulas, publicada após a Assembleia da Rede Estadual de Ensino aprovar greve na educação em todo o Estado, por tempo indeterminado, a partir do dia 23 de janeiro de 2025, sofreu enxurrada de críticas de internautas. A publicação foi realizada na quinta-feira (16).
“Seduc planeja volta às aulas reunindo profissionais da educação em jornada pedagógica”, diz o chamado da secretaria de educação.
Com a publicação, a Seduc resolveu ignorar o descontentamento dos educadores que condicionam o início do ano letivo ao fim dos ataques à educação pública e à revogação imediata da lei 10820/2024, de autoria do governador Helder Barbalho (MDB), aprovada a toque de caixa na Assembleia Legislativa (ALEPA) no final de dezembro de 2024.
Vejam algumas reações de internautas alfinetando a postagem da instituição:
“Quem precisa refletir, discutir e se atualizar é o governador e o secretário de educação, pois os indígenas estão bastante insatisfeitos e os professores em greve mais ainda.”
“Precisam ouvir a comunidade indígena que esta acampada. Isso é falta de respeito com os professores e os povos originários.”
“Mas os professores estão de greve”
“Só quando o Rossieli sair e revogarem a lei do desmonte.”
“Uma farsa diante dos fatos. Respeitem os professores e revoguem essa lei maldita.”
Para o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Pará (Sintepp), a nova lei representa um duro golpe contra os trabalhadores em educação, extinguindo a atual Estatuto do Magistério e alterando pontos que dizem respeito à folha de pagamento dos professores, como carga horária, gratificações e Plano de Carreira.








