Foto: Reprodução. Secretário de Saúde de Belém
Mais uma vez, o ex-prefeito Edmilson Rodrigues (Psol) vem à público informar sobre a real situação da saúde de Belém, desde que assumiu, ainda durante a pandemia da covid-19, até o final de seu mandato, em que ampliou o atendimento da população no programa Saúde da Família, implantou o Saúde Digital e conseguiu aumentar o repasse de recursos recebidos do Ministério da Saúde.
“É preciso coragem para encarar os desafios da realidade da gestão municipal, priorizando o atendimento à população e buscar alternativas para seguir paulatinamente com a redução do déficit e buscando novas fontes de recursos, como a gestão de Edmilson fez”, diz a nota divulgada. Confira na íntegra:
Nota sobre a situação da saúde de Belém
A gestão de Edmilson Rodrigues herdou uma dívida na área da saúde, da gestão de Zenaldo Coutinho, de cerca de R$ 90 milhões, que se ampliou com a pandemia. Para garantir leitos e respiradores para a população e para realizar a estratégia exitosa de vacinação em massa, esse déficit chegou a cerca de R$ 250 milhões no final de 2022. A gestão de Edmilson priorizou salvar vidas. Houve um empenho administrativo que permitiu reduzir esse passivo para R$ 100 milhões no final da gestão (ou seja, cerca de 60% de redução do déficit).
O empenho administrativo para reduzir o déficit ocorreu ao mesmo tempo em que todos os serviços de atendimento à população foram mantidos. Ainda, foi possível ampliar o atendimento à população pelo programa Saúde da Família, passando gradualmente de 104 para 348 equipes, até 2024.
Ainda, a gestão de Edmilson conseguiu ampliar a captação de recursos do Ministério da Saúde para a média e a alta complexidade, passando o repasse anual de R$ 320 para 405 milhões (acréscimo de 85 milhões/ano).
O Pará e o município de Belém estão entre os entes federativos que recebem os menores repasses per capta na área da saúde, no país. A situação se agrava em relação à capital paraense que serve de polo estadual no atendimento de saúde da população de várias partes do interior paraense do estado, sobrecarregando o seu sistema.
Portanto, chegar ao final da gestão com o déficit em proporção semelhante ao que foi herdado da gestão anterior, após uma pandemia, consideramos que foi um feito importante.
As informações sobre a situação da área da saúde foram tratadas durante a transição de governo junto à equipe de Igor Normando, na forma da lei. É preciso coragem para encarar os desafios da realidade da gestão municipal, priorizando o atendimento à população e buscar alternativas para seguir paulatinamente com a redução do déficit e buscando novas fontes de recursos, como a gestão de Edmilson fez.
Equipe de Edmilson Rodrigues








