Foto: IA

Por Profº Dr. Edmilson Brito Rodrigues

Acerca da grande distorção da sociedade atual

Em artigo intitulado Caminhos para superar a grande distorção, Ladislau Dowbor (2025) mostra a importância fundamental de que pensemos um projeto de longo prazo, tendo em vista a necessidade de reversão dos problemas estruturais que a sociedade atual tem criado. Lembra-nos Dowbor, preocupado com a crise socioespacial mundial, que a humanidade alcançará entre 9 e 10 bilhões de habitantes em 2050 e que, apesar dos muitos problemas, persistimos no padrão de acumulação que os produz, mesmo vendo suas consequências e nossa impotência para revertê-las. Realmente, urge, mesmo sendo um desafio ao mesmo tempo complexo e distante, a elaboração de um projeto contra-hegemônico, um projeto de futuro que intencione tornar o mundo mais justo, ecologicamente sustentável, essencialmente democrático e mais feliz.

O Produto Interno Bruto (PIB) mundial atingiu o patamar de 115 trilhões de dólares em 2025. Significa dizer que cada família de 4 pessoas do mundo teria US$ 5000,00 da riqueza mundial, se dividida de forma equânime. É fato que produzimos o suficiente para garantir a todas as pessoas uma vida confortável e próspera. A comida que produzimos, por exemplo, alimentaria entre 12 e 14 bilhões de pessoas de acordo com a FAO (Food and Agricuture Organization). Se é verdadeira essa afirmação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e alimentação, então, por que ainda temos 750 milhões de pessoas passando fome, além de 2,3 bilhões de pessoas em situação de insegurança alimentar e 150 milhões de crianças com nanismo e 42,8 milhões de pessoas com emagrecimento patológico? Como explicar essa tragédia, instalada estruturalmente no modo de produção capitalista? (DOWBOR, 2025)

Sobre o nanismo vale ressaltar que o tipo mais comum é o genético (acondroplasia). Contudo, o nanismo pode ser de causa nutricional, que ocorre quando as crianças sofrem desnutrição crônica ou má absorção de nutrientes, o que causa déficit de proteínas, vitaminas e minerais como o ferro e o zinco, essenciais para o desenvolvimento de ossos e músculos e, se a desnutrição for severa e prolongada, o organismo tende a interromper o crescimento para suprir as funções vitais (BRUNA, 2017).

A Conferência das Partes de Paris (COP 21) definiu os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) mediante consensos entre as nações (partes) a serem alcançados até 2030. A COP 30, realizada em Belém, transcorridos 10 anos desde 2015, avaliava se o cumprimento de 20% das metas tinham sido alcançadas, quando faltavam apenas 5 anos para isso, o que mostra nossa impotência diante dos problemas enfrentados pela humanidade. Urge mudanças estruturais e falta-nos o poder político correspondente a esse desafio.

Os dados sobre a dramática e progressiva desigualdade no mundo estão absolutamente disponíveis. Dowbor observa que a revista Forbes, por exemplo, mostra que apenas 3.028 bilionários do mundo tem uma fortuna de US$ 16 trilhões, enquanto a metade mais pobre da população, 4,1 bilhões de pessoas, tem o equivalente a apenas US$ 5 trilhões. Em 2022 as 9 maiores corporações detinham US$ 50 trilhões. Somente a BlackRock controlava em 2025 cerca de US$ 12 trilhões.

Pode-se dizer que no “capitalismo extrativista” o sistema financeiro detém o equivalente a cerca de 6 vezes o PIB mundial, ou seja, US$ 600 trilhões apenas em derivativos. Derivativos são instrumentos financeiros no qual o preço é “derivado” do preço de um ativo, de uma taxa de referência ou até de um índice de mercado. Os ativos podem ser físicos (commodities como soja, café, etc.) ou financeiros (ações, taxas de juros ou moedas). Os tipos mais comuns de derivativos são: Contratos a termo, Contratos futuro, opções e swaps. Negociar com derivativos implica no compromisso de comprar ou vender o ativo por preço determinado em prazo estabelecido, que pode ser de dias, meses ou até mais de um ano. São utilizados como proteção (hedge), especulação e alavancagem.

Significa dizer que a riqueza dos capitalistas financeiros são fictícias. Se todos resolvessem sacar do sistema seus investimentos, representaria um caos, haja vista que o montante do capital fictício é extremamente maior do que a riqueza (PIB mundial) realmente existente. Dowbor conclui, com razão, que é inescapável a necessidade de um novo Bretton Woods.

Então, vale lembrar, o encontro de 44 países na cidade de Bretton Woods – Hampshire (EUA) – Conferência Monetária e Financeira das Nações Unidas – em julho de 1944 foi um marco que redesenhou o funcionamento do capitalismo em um momento em que o sistema financeiro internacional estava despedaçado e as potências mundiais ainda estavam em guerra. O Acordo de Bretton Woods, para garantir a estabilidade monetária do sistema, definiu que cada país seria obrigado a manter a taxa de câmbio de sua moeda atrelada ao dólar, com margem de manobra de 1% A moeda norte-americana, por sua vez, estaria lastreada no valor do ouro em base fixa.

O mundo mudou, passou pela crise dos anos 1970, quando o petróleo passa a lastrear o dólar; pelo fim da guerra fria, devido à debacle da União Soviética, e, hoje, a hegemonia estadunidense está em claro declínio. Os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outras nações defendem uma ordem mundial de caráter multipolar. Mais uma vez, o capitalismo enfrenta uma profunda e irreversível crise estrutural, mas os EUA não dão sinais de disposição para um novo acordo monetário mundial, haja vista o risco de ver ainda mais questionado o papel do dólar como moeda referência para as transações internacionais, o que enfraqueceria, ainda mais, sua hegemonia.

Logo, mesmo achando difíceis as circunstância atuais, devemos concordar com a ideia de um “Global Green New Deal (um novo acordo verde global) proposto por Dowbor (2025): “se quisermos evitar o aprofundamento da catástrofe. Há de se mobilizar enormes capacidades financeiras, tecnológicas e de rede para recolocar o mundo nos trilhos.”.
Um mapa da desigualdade global

Importa afirmar, com base em dados empíricos analisados por Michael Roberts (2025), que a desigualdade econômica intensificou-se desde o início do século. A desigualdade social, considerados a expectativa de vida, acesso aos cuidados de saúde e à educação, níveis de poluição, é fomentada pela primeira. A desigualdade econômica é diversa: desigualdade da renda recebida (salários e benefícios); desigualdade da riqueza pessoal líquida (ativos possuídos uma vez contabilizada a dívida); desigualdade dos bens de capital (o tamanho das empresas e a participação acionária). Há, também, a desigualdade global, que considera a renda e a riqueza entre as nações; e, ainda, a desigualdade de renda e riqueza dentro das nações. Portanto a desigualdade é uma medida relativa, não absoluta.

O Relatório sobre a Desigualdade Mundial mostra que o percentual da renda dos países que vai para os 10% das pessoas mais ricas aumentou desde 1980. Em termos mundiais, os 10% mais ricos controlam mais de 50%, enquanto os 10% mais pobres controlam apenas 5% de toda a renda. Na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que reúne os 38 países com maiores PIB, os EUA aparecem como o país mais desigual.

As estatísticas da OCDE mostram que o 1% mais rico dos Estados Unidos possui 40,5% da riqueza nacional, um percentual muito mais elevado do que em outros países da OCDE. Em nenhum outro país industrializado o 1% mais rico possui mais de 27% da riqueza nacional. De acordo com o último Relatório de Riqueza Global do banco suíço (UBS/Credit Suisse), os 26 bilionários mais ricos do mundo possuíam surpreendentes US$ 2,8 trilhões em 2023, que superam os PIB da maioria das nações segundo o Banco Mundial.

Por exemplo, o FMI prevê para o Brasil (10ª economia do mundo) um PIB de US$ 2,64 trilhões em 2026. (ROBERTS, idem). Ou seja, um país continental como o Brasil, com mais 213 milhões de habitantes, conta com um PIB inferior à fortuna desse punhado de bilionários. Já o PIB de Cuba, com população de 11 milhões de habitantes, está no patamar de US$ 200 bilhões; o do Paraguai, com 7 milhões de habitantes, US$ 45 bilhões; Uruguai, com 3,5 milhões de habitantes, US$ 85 bilhões e Angola, com 37 milhões de habitantes, US$ 152 bilhões. Essas discrepâncias são legais, mas imorais e perversas, logo, inaceitáveis.

Uma das referências para os índices da desigualdade da renda é o índice GINI, que varia de Zero (0) para a distribuição mais equânime da renda (todos teriam a mesma renda) a Um (1) para caracterizar a distribuição mais concentradora (uma única pessoa teria toda a renda). “Vejamos alguns exemplos. O índice Gini dos EUA é de 37,8 para a distribuição da renda (bastante alto), mas o índice Gini para a distribuição de riqueza é de 85,9! Ou vejamos a supostamente igualitária Escandinávia.

O índice Gini para a renda na Noruega é de apenas 24,9, mas o da riqueza é de 80,5. A mesma coisa acontece nos demais países nórdicos. Os países nórdicos podem ter uma desigualdade de renda inferior à média, mas têm uma desigualdade de riqueza superior à média.”. O gráfico abaixo apresentado por Roberts confirma a análise com base na desigualdade de riqueza (azul) e renda (laranja) da Suíça, Dinamarca, Noruega, Finlândia, G7 e mundo.

Fonte: ROBERTS (2025)

Abaixo, o gráfico demonstra quais países têm a maior desigualdade na riqueza pessoal, indicando as 10 sociedades mais desiguais do mundo, com base no Índice Gini da Riqueza (Fortuna). Em ordem decrescente temos: Cazaquistão, Egito, Ucrânia, África do Sul, Estados Unidos da América, Tailândia, Laos, Filipinas, Indonésia e Suécia.

Fonte: ROBERTS (2025)

Paradoxalmente, conforme se depreende da análise de Roberts, não são os países muito pobres os relativamente mais desiguais. Ao contrário, os Estados Unidos e a Suécia estão entre os mais ricos e encabeçam a lista, mostrando que o capitalismo não discrimina quando se trata de riqueza.

Segue, Roberts, mostrando que a concentração da riqueza tem relação com a propriedade do capital produtivo, dos meios de produção e das finanças. Importa observar que um núcleo de apenas 147 empresas controla conjuntamente 40% da riqueza mundial, de acordo com o Instituto Suíço de Tecnologia. Um total de 737 empresas controlam 80% de tudo. Esta é a desigualdade que importa para o funcionamento do capitalismo: o poder concentrado da riqueza socialmente produzida.

O capital também exerce seu poder sobre e entre as nações. Excluindo-se os países com menos de 10 milhões de habitantes, todos os 10 países mais ricos recebem rendas líquidas estrangeiras positivas por seu capital. Já os 10 países mais pobres do mundo, antigas colônias, pagam grandes receitas líquidas para o resto do mundo em volume maior do que recebem de investimentos estrangeiros. Essa sangria limita os investimentos necessários em políticas fundamentais contra a pobreza, que é estrutural.

A guerra e não a vida é o que interessa aos grandes abutres do século XXI

Em 2023, segundo o Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Stockholm International Peace Research Institute – SIPRI), a receita com venda de armas alcançou o montante de US$ 632 bilhões, relativos às 100 maiores empresas das quais 41 são dos EUA (FERRARI, 2024). O mesmo instituto sueco, ao tratar os dados sobre gastos militares em temos globais, confirma a “abutricidade” dos agentes que professam a ideologia armamentista e a transforma em política de estado na maioria dos territórios.

Pode-se afirmar que vivemos uma verdadeira hegemonia mundial da geopolítica da morte. Senão vejamos: Esses gastos atingiram US$ 2,718 trilhões em 2024, um aumento de 9,4% em termos reais em um ano, o maior desde o fim da Guerra Fria. O aumento se deu em todas as regiões do mundo, sendo os Estados Unidos, China, Rússia, Alemanha e Índia os que mais gastaram (60% do total global), o que alcança US$ 1,635 trilhão (SIPRI, 2025).

Retornemos à Ferrari. Ele observa que segundo a ONU, para eliminar a fome mundial até 2030, beneficiando pelo menos 600 milhões de pessoas, sendo que 281 milhões desse contingente sofrem de fome aguda, seriam necessários investimentos de US$ 540 bilhões (Ferrari, 2024). Os dados mostram que a superação da fome é uma possibilidade, é uma utopia realizável. Infelizmente, os gastos bélicos são prioritários na lógica do modo de produção capitalista, que no período atual caracteriza-se como um “globalitarismo” (SANTOS, 2000), ou seja, uma sociedade que, de tão insustentável, só pode sobreviver com base no autoritarismo mais radical, que inclui o uso da violência física, mas também, o uso dos meios de comunicação de massa oligopolizados que tentam convencer as vítimas das perversidades de que não cabem mudanças na globalização atual.

Os países hegemônicos, mormente os Estados Unidos, têm o fomento às guerras e à venda de armas como estratégia. A eliminação da fome não está no horizonte estratégico das nações ricas. Quando muito esse compromisso aparece formalmente em decisões de organismos multilaterais. Porém, as metas sociais, como o primeiro dos 17 ODS (Erradicação da pobreza), representam, regra-geral, falsas intencionalidades.

Segundo o Acordo de Paris 2015 (COP 21) as nações (partes) que compõem a ONU comprometem-se a eliminar a extrema pobreza, em todas as suas formas e em todos os lugares. Até 2030, as 5 metas desse ODS podem ser assim resumidas: reduzir em 50% a extrema pobreza, cujo parâmetro é uma pessoa com renda igual ou inferior a US$ 1,25 (cerca de R$ 6,2). Além de renda per capta acima do parâmetro, garantir acesso aos serviços públicos fundamentais, fomentar a resiliência mediante políticas de proteção dos efeitos das emergências climáticas. Para isso, garantir recursos à implementação de programas de erradicação da pobreza em todas as dimensões; além de criar marcos sólidos das estratégias em favor dos pobres e sensíveis a gênero.

A ONU confirma que a eliminação da fome no mundo até 2030 é uma utopia possível. Seriam necessários apenas US$ 93 bilhões ao ano, o que é bem menos de 1% (um porcento) dos US$ 21,9 trilhões gastos em orçamentos militares desde 2015 (ano do Acordo de Paris). Através de sua agência Programa Mundial de Alimentos (PMA), no Relatório Perspectivas Globais para 2026, previu que neste ano aproximadamente 318 milhões de pessoas enfrentariam níveis críticos de fome. Esse contingente de miseráveis é mais do que o dobro do medido em 2019. Isso demonstra que a catástrofe é uma estratégia, uma intencionalidade da ação hegemônica no período histórico atual; demonstra, também, que o globalitarismo é essência da globalização neoliberal, que está sempre grávida de perversidades, incluindo as guerras e a fome como intencionalidades que não se excluem uma à outra.

‘Os mais pobres pagam o preço final’, disse Amina Mohammed, Secretária-Geral Adjunta da ONU. ‘Quando os elefantes lutam, é a grama que sofre’, acrescentou, citando um provérbio africano frequentemente usado para transmitir a ideia de que, quando nações, organizações ou indivíduos poderosos se envolvem em conflitos, são os fracos ou inocentes que suportam o peso do sofrimento.

Em todo o mundo, essa “grama” — os civis inocentes do Sudão, Gaza, Haiti, Iêmen, Sahel, República Democrática do Congo e tantos outros lugares — estão sofrendo imensamente.
As famílias estão pagando o preço por guerras que não começaram e por decisões tomadas em salas onde suas vozes nunca são ouvidas, disse o vice-chefe da ONU. (UNITED NATIONS,2025)

Em 2026, o PMA pretende atender a 110 milhões de pessoas vulneráveis fornecendo alimentos de emergência, apoio nutricional, programas de resiliência comunitária e assistência técnica para fortalecer os sistemas nacionais. Isso, com gasto de US$ 13 bilhões. Os níveis de fome em Gaza, Sudão, entre outras nações vítimas da guerra são inaceitáveis. Contudo, a fome está se tornando cada vez mais arraigada em todo o mundo. Soluções precoces, eficazes e inovadoras de combate à fome podem salvar e transformar vidas. Porém, para os abutres – ideólogos e fomentadores da guerra -, é a morte e não a vida com dignidade o que interessa. Eles tentarão evitar investimentos na adaptação climática, na promoção da paz, no apoio às iniciativas econômicas populares locais (economia solidária), na garantia de autonomia e poder de decisão das mulheres e dos jovens, que são as prioridades cruciais para acabar com a fome no mundo, segundo pensa Amina Mohammed.

A necessária mobilização das capacidades financeiras, tecnológicas e de rede globais para recolocar o mundo nos trilhos tem, de algum modo sido proposta, em fóruns internacionais como as COPs (Conferência das Partes), principal cúpula da ONU sobre mudanças climáticas, através de consensos entre os estados nacionais. Infelizmente, as declarações formais têm se demonstrado verdadeiros engodos.

Portanto, é necessário constituir, através da mobilização social, os sujeitos coletivos que irão pensar um novo projeto para a existência da humanidade; emular, portanto, o mundo do trabalho, os povos indígenas, os defensores da democracia, as forças vivas da sociedade envolvidas no esforço de lutar contra a exploração, as diversas formas de opressão e os ataques à natureza e ao equilíbrio ecológico; os que lutam por uma globalização que denuncie a fábula dos que tentam ocultar a verdadeira essência do mundo submetido à lógica tirânica do lucro: a globalização como perversidade; e os que anunciam um amanhã que garanta a justiça social e ambiental, a participação cidadã como fortalecimento da soberania popular e o bem estar de todos e todas.

Edmilson Brito Rodrigues é Profº da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), ex-prefeito de Belém e ex-deputado federal. 

Referências
BRUNA, Maria Helena Varella. Nanismo. In: Portal Dr. Dráuzio Varella. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/pediatria/nanismo/. Publicado em 09.05.2017, atualizado em 11.08.2020.
DOWBOR, Ladislau. Caminhos para superar a Grande Distorção. Outras Palavras. Além da Mercadoria. Disponível em: outraspalavras.net/alemdamercadoria/caminhos-para-superar-a-grande-distorcao/. Publicado em 14.10.2025.
FERRARI, Sergio. Os grandes abutres do século XXI. In: Outra Palavras – Geopolítica & Guerra. Disponível em: https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/os-grandes-abutres-do-seculo-xxi/. Publicado em 11.12.2024.
INFOMONEY. O que são derivativos e como investir neles: guia completo para começar. Disponível em: https://www.infomoney.com.br/guias/derivativos/. Publicado em: 4/11/2022 13h01.
ROBERTS, Michael. Um Mapa da Desigualdade dos Anos 2020. In: OUTRAS PALAVRAS. Disponível em: outraspalavras.net/outrasmidias/um-mapa-da-desigualdade-dos-anos-2020/. Publicado em 03.02.2025, às 19:41h.
BARRETO, Pedro Henrique. História – Bretton Woods. In Revista Desafios do Desenvolvimento/IPEA. Brasília: IPEA, Ano 6. Edição 50. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&id=2247:catid=28. Publicado em 21.05.2009. Acesso em 06.05.2026.

IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) – Erradicação da Pobreza. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/ods/ods1.html. 2026.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.
SIPRI. Aumento sem precedentes nos gastos militares globais, com forte crescimento nos investimentos na Europa e no Oriente Médio. Acessível em: https://www.sipri.org/media/press-release/2025/unprecedented-rise-global-military-expenditure-european-and-middle-east-spending-surges. Publicado em 28 de abril de 2025.
UNITED NACIONS. Ending world hunger costs less than 1% of military spending. Disponível em: https://news.un.org/en/story/2025/11/1166397. Publicado em 18.11.2025

 

 

Deixe um comentário