Presidente Lula e o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias. (Foto: Ricardo Stuckert)

O governo Lula, através do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, nesta segunda-feira (5.05) anunciou em Belém um pacote de ações com o objetivo de ampliar o acesso à água de qualidade e combater a fome, entre outras iniciativas de apoio às famílias em vulnerabilidade social.

O Pará lidera o ranking de estados com maior proporção de domicílios com insegurança alimentar e também possui o maior número de domicílios em insegurança alimentar grave no país, segundo dados Do IBGE, divulgados em 2024. Apesar da gravidade, o governo de Helder Barbalho (MDB) segue inerte, sem ações efetivas que revertam essa situação.

Em Belém, a situação é ainda pior: a gestão de Igor Normando (MDB) promoveu o desmonte de toda a política de combate à fome no município, colocando fim ao programa de renda mínima, Bora Belém – o único entre as captais do país – que beneficiava cerca de 80 mil pessoas, fechando o Restaurante Popular que atende pessoas em vulnerabilidade social, bem como, sucateando outros espaços de assistência, como a Casa Rua e o como o Consultório na Rua.

Combate à fome e às desigualdades sociais

Durante a cerimônia, foi assinada a ordem de serviço para a implementação de 266 unidades de tecnologias sociais e melhorias domiciliares. Além disso, foi lançada a chamada pública para a implantação de outras tecnologias sociais de acesso à água. O sistema multiuso individual vai beneficiar 381 famílias.

O Fomento Rural foi liberado para 266 famílias. A iniciativa combina o acompanhamento social e produtivo com a transferência direta de recursos financeiros não reembolsáveis, no valor de R$ 4,6 mil, para que as famílias rurais mais pobres desenvolvam projetos produtivos.

Além disso, foram entregues cinco caminhões para o Programa de Aquisição de Alimentos Indígena. O PAA promove o acesso das pessoas à alimentação, sobretudo as mais vulneráveis, e incentiva a produção da agricultura familiar. Três veículos e equipamentos para os abrigos das Mulheres Ameaçadas também foram anunciados.

 

 

 

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